Turim entre grades e esperança Artigo 1 de 4

Os cárceres de Turim no tempo de Dom Bosco

Das torres romanas à Generala, um percurso pelos lugares que guardam a memória da prisão e pelas igrejas, irmandades e pessoas que levaram assistência a quem vivia atrás das grades.

Porta Piemonte — pesquisa e adaptação editorial.

Turim, Piemonte, Itália.Leitura de 13 min

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Duas torres de tijolos da Porta Palatina, ligadas por uma fachada com arcos, diante de um gramado em Turim.
Porta Palatina, fotografada em 2023. As torres também fizeram parte da história carcerária de Turim; o conjunto prisional que as envolvia não chegou intacto ao presente. Jorge Franganillo / Wikimedia Commons · CC BY 2.0. Miniatura fornecida pelo Wikimedia Commons, sem alteração do conteúdo.

Uma torre romana, uma rua estreita do centro, uma igreja de fachada clara. Em Turim, alguns lugares que atravessamos admirando a arquitetura também guardam uma história de confinamento. Outros já perderam suas paredes: é preciso procurar o endereço, reconhecer as transformações e aprender a enxergar o que desapareceu.

Na primeira metade do século XIX, a prisão não se concentrava em um único grande estabelecimento. Diferentes edifícios recebiam os detentos, entre estruturas antigas adaptadas, espaços superlotados e tentativas de reorganização. É nessa cidade que começa a experiência de Dom Bosco junto aos presos. Contexto: MuseoTorino — Strutture detentive.

Conhecer esses lugares permite acompanhar duas histórias ao mesmo tempo: a das instituições que privavam pessoas de liberdade e a de quem atravessava seus portões para oferecer alimento, instrução, assistência espiritual e alguma possibilidade de recomeço.

O que Dom Bosco encontrou atrás das grades

Dom Bosco entrou no Convitto Ecclesiastico de San Francesco d’Assisi em novembro de 1841, poucos meses depois de sua ordenação. Em suas Memórias do Oratório, recorda que Dom Giuseppe Cafasso o levou às prisões. Ali encontrou jovens de 12 a 18 anos, sem ocupação, sujeitos à falta de cuidados e à privação material. O sofrimento daqueles adolescentes ficou associado, em sua memória, às origens de sua missão educativa. Trata-se de um relato autobiográfico escrito décadas depois dos acontecimentos. Fonte: Giovanni Bosco — Memórias do Oratório, seção sobre o Convitto.

As Memórias Biográficas, compiladas por Giovanni Battista Lemoyne, acrescentam a descrição de alojamentos coletivos onde conviviam presos pela primeira vez e reincidentes. Relatam visitas, catequese e auxílio material, e mencionam expressamente a pregação de Dom Bosco nas prisões do Senato, na Generala e nas Correzionali. Essa referência ajuda a localizar seu trabalho sem atribuir a ele, indistintamente, uma atuação em todos os estabelecimentos da cidade. Fonte: Memórias Biográficas, volume II, capítulo XIX, especialmente páginas originais 172–184.

Para quem percorre Turim hoje, o caminho começa com uma atenção simples: distinguir os edifícios preservados dos lugares onde restou sobretudo a memória.

Ilustração de um jovem sacerdote sentado em conversa com adolescentes em uma sala de prisão iluminada por uma janela gradeada.
Ilustração · reconstrução artísticaReconstrução artística produzida com inteligência artificial para esta edição, inspirada nas visitas de Dom Bosco aos jovens presos na década de 1840. Personagens, roupas e ambiente são interpretações visuais; a cena não reproduz um interior identificado nem um episódio documentado em seus detalhes. Ilustração editorial gerada para o Porta Piemonte com a ferramenta integrada de geração de imagens.

As Senatorie: a prisão que deu lugar ao tribunal

Na via San Domenico, o número 13 serve de referência para as antigas Carceri Criminali, também chamadas Senatorie ou prisões do Senato. Ativas desde 1672, integravam a antiga geografia judiciária da cidade. Suas estruturas carcerárias foram demolidas em 1870, durante a transformação da área para o tribunal civil e penal. Fonte: MuseoTorino — Carceri Criminali o Senatorie.

O nome pode induzir o visitante a procurar uma prisão ainda em pé. O que se encontra nesse endereço exige outra leitura: a arquitetura posterior e a permanência da função judiciária ajudam a reconhecer o lugar, mas não autorizam imaginar que toda a fachada atual pertença ao cárcere conhecido por Dom Bosco.

É uma parada para compreender uma ausência. A rua continua fazendo parte da cidade; as salas de detenção que existiam ali precisam ser recuperadas pelas fontes.

O Correzionale: um edifício que mudou de função

Na via Stampatori, número 3, a situação é diferente. O antigo Carcere Correzionale conserva uma presença material, embora tenha passado por adaptações e novos usos. Criado em 1802, durante a administração francesa, funcionou até 1870; depois foi adaptado para uso dos Carabinieri. Fonte: MuseoTorino — Ex Carcere Correzionale.

Na mesma ficha, MuseoTorino recupera a descrição de Silvio Pellico sobre as mulheres ali detidas: havia ar e luz, mas a umidade atingia os colchões de palha colocados no chão e favorecia doenças. O detalhe dá dimensão concreta ao que uma expressão como “más condições carcerárias” pode esconder.

Quem observa o imóvel hoje precisa considerar essas mudanças de uso. A sobrevivência do edifício não significa que suas antigas salas permaneçam intactas ou estejam abertas à visitação. O interesse está em reconhecer, dentro do tecido urbano, uma construção que pertenceu ao cotidiano da reclusão.

Torri Palatine: a memória da prisão em um monumento romano

A Porta Palatina é um dos símbolos mais reconhecíveis de Turim. Suas torres, porém, não contam apenas a história da cidade romana. A partir de 1724, o monumento também teve utilização carcerária, que se prolongou pelo século XIX. Fonte: MuseoTorino — Porta Palatina.

Os registros sobre a atuação de Giulia di Barolo incluem as mulheres presas nas Torri entre aquelas que a marquesa procurou assistir. A presença feminina nessa história aproxima o monumento das iniciativas de reforma das prisões de Turim. Fonte: Biblioteche Civiche Torinesi — Giulia di Barolo.

As restaurações e a retirada de construções acrescentadas ao longo dos séculos modificaram a leitura do conjunto. Por isso, o espaço aberto que hoje envolve as torres não deve ser tomado como retrato do ambiente prisional oitocentista. O monumento sobreviveu; o cárcere, com todas as suas dependências, não. Fonte: MuseoTorino — Porta Palatina.

Olhar novamente para essas torres é perceber que um mesmo patrimônio pode conservar memórias muito diferentes.

As Forzate e as mulheres que Giulia di Barolo escutou

Outro endereço importante é a via San Domenico, número 32, referência do antigo cárcere feminino das Forzate. Em 30 de outubro de 1821, Giulia di Barolo recebeu autorização para reorganizá-lo. Para lá foram transferidas mulheres de outras prisões, e as Irmãs de São José de Chambéry passaram a participar da assistência. O prédio foi demolido no contexto das transformações posteriores a 1870. Fonte: MuseoTorino — Carcere femminile delle Forzate.

A atuação da marquesa reunia atenção à higiene, trabalho e formação religiosa. Um aspecto merece destaque: segundo a pesquisa apresentada pelas Biblioteche Civiche Torinesi, o regulamento foi discutido com as próprias detentas. Dentro de uma instituição organizada para impor regras, escutar aquelas mulheres introduzia uma maneira diferente de se relacionar com elas. Fonte: Biblioteche Civiche Torinesi — estudo organizado por Angelo Toppino, com introdução de Paolo Galli.

Na rua, não procure uma fachada preservada da prisão. Aqui também o percurso é feito de localização e memória. A história de Giulia continua nas obras de acolhimento que criou e que ajudam a compreender sua relação com o ambiente em que Dom Bosco começou a trabalhar.

A Generala: jovens presos entre disciplina, escola e trabalho

A antiga Generala, na direção de Stupinigi, tem como referência histórica o corso Unione Sovietica, 327. Uma propriedade rural foi adaptada para o instituto correcional de menores, em funcionamento nessa condição em 1845. Fonte: MuseoTorino — Generala e Ferrante Aporti.

Escola, práticas religiosas e trabalho agrícola ou artesanal conviviam com silêncio imposto e disciplina rígida. A educação acontecia dentro de um regime de privação de liberdade. A administração inicial envolveu a sociedade religiosa de San Pietro in Vincoli, instituição distinta do antigo cemitério de Turim.

A fachada principal conserva características do século XVIII, apesar das transformações do conjunto. O nome Ferrante Aporti, posterior, liga essa área à instituição penal juvenil. O edifício antigo deve ser distinguido das construções mais recentes. Fonte: MuseoTorino — Generala e Ferrante Aporti.

Para este percurso, a Generala é uma referência histórica a observar externamente. Não se trata de uma atração com acesso turístico presumido.

Le Nuove: a mudança de 1870

Construído entre 1862 e 1870, segundo projeto de Giuseppe Polani, o complexo de Le Nuove marcou uma mudança de escala. Em lugar de parte das prisões espalhadas pela cidade, surgiu um estabelecimento concebido para a função carcerária. O endereço histórico é corso Vittorio Emanuele II, 127. Fonte: MuseoTorino — Carceri giudiziarie dette Le Nuove.

A novidade arquitetônica não significava liberdade de convivência: o projeto adotava o isolamento como princípio e incluía duas capelas. Um registro do Archivio di Stato di Torino mostra como ensino e assistência religiosa encontraram espaço nesse sistema. O primeiro diretor permitiu que a igreja interna fosse utilizada para aulas ministradas por membros da Arciconfraternita della Misericordia. Fontes: MuseoTorino — projeto de Le Nuove e Archivio di Stato di Torino — Casa circondariale Le Nuove.

Hoje, parte do complexo abriga o Museo del Carcere Le Nuove, com entrada pela via Paolo Borsellino, 3. Seu percurso inclui a capela central e espaços ligados a diferentes períodos da história da prisão. Para organizar uma visita, consulte as modalidades e reservas diretamente no museu. Fontes: Turismo Torino e Provincia e Museo Le Nuove.

É um lugar para compreender a longa história da detenção em Turim, lembrando que as primeiras visitas de Dom Bosco ocorreram décadas antes de sua abertura.

A Misericordia: uma igreja ligada à vida dos presos

Na via Barbaroux, 41, permanece um dos lugares mais importantes deste percurso: a sede da Arciconfraternita della Misericordia, sob o título de San Giovanni Battista Decollato. Fundada em 1578, a irmandade tinha entre suas tarefas a assistência aos presos e aos condenados à morte. Sua trajetória inclui defesa jurídica gratuita, sustento dos detentos pobres e acompanhamento espiritual. Fonte: Arciconfraternita della Misericordia — história institucional.

No século XIX, essa presença alcançou também a administração das casas de pena. A partir de 1817, representantes da confraria passaram a exercer funções oficiais nesse campo. A instrução dos presos e os auxílios após a libertação ampliavam o alcance de sua atuação. A própria instituição informa que continua ligada à assistência a pessoas presas e egressas. Fonte: Arciconfraternita della Misericordia.

Uma confraria reunia pessoas em torno de compromissos religiosos e de ajuda ao próximo. Na Misericordia, essa organização dava continuidade a tarefas concretas: alguém precisava levar alimento, acompanhar uma necessidade, ensinar ou permanecer ao lado de quem não tinha mais a família por perto.

A igreja adquirida pela irmandade em 1720 foi transformada ao longo do século XVIII. Sua fachada neoclássica, de 1828, já existia quando Dom Bosco chegou a Turim. O prédio preservado oferece, assim, uma ligação visível com aquele ambiente. Fonte: MuseoTorino — Chiesa della Misericordia.

O nome San Giovanni Battista Decollato — São João Batista degolado — recorda a dedicação aos condenados. Essa dimensão será aprofundada no artigo sobre o Rondò della Forca. Aqui, ela ajuda a perceber a amplitude da assistência, que alcançava tanto as necessidades diárias quanto os momentos extremos da vida de um preso.

Fachada clara da Chiesa della Misericordia, com quatro colunas e frontão triangular, entre edifícios do centro de Turim.
A Chiesa della Misericordia, sede da irmandade que assistia os presos, em fotografia catalogada em 2025. Sua fachada neoclássica é de 1828. Marco Chemello (WMIT) / Wikimedia Commons · CC BY-SA 4.0. Miniatura fornecida pelo Wikimedia Commons, sem alteração do conteúdo.

San Dalmazzo: uma raiz anterior ao século XIX

A Chiesa di San Dalmazzo, junto à via Garibaldi e à via delle Orfane, também pertence à memória dessa assistência. Em 1580, acolheu a Confraternita della Misericordia, antes de suas mudanças de sede. Trata-se de uma ligação anterior ao tempo de Dom Bosco: não se deve apresentar San Dalmazzo como sede oitocentista da irmandade. Fonte: Edifici Sacri, projeto da Fondazione Compagnia di San Paolo — San Dalmazzo.

Sua presença no percurso mostra que o trabalho com os presos tinha raízes antigas. Os sacerdotes e benfeitores do século XIX entraram em uma cidade onde outras gerações já haviam organizado formas de assistência.

San Francesco d’Assisi, Cafasso e Borel

A igreja de San Francesco d’Assisi, na rua de mesmo nome, guarda outro elo fundamental. Ao seu lado funcionava o Convitto em que Dom Bosco aprofundou sua preparação pastoral entre 1841 e 1844, sob a orientação de Luigi Guala e Giuseppe Cafasso. A igreja também se liga à sua primeira missa e aos primeiros encontros do Oratório. Fonte: cronologia histórica salesiana — Convitto e início do Oratório.

Nesse ambiente, a formação do sacerdote encontrava situações concretas da cidade. Conhecer os cárceres fazia parte desse aprendizado. San Francesco d’Assisi entra neste roteiro como lugar de formação e de origem de iniciativas pastorais, enquanto a Misericordia representa uma instituição diretamente organizada para assistir os presos.

Dom Giovanni Borel também participou dessa rede. Ligado ao Rifugio da marquesa de Barolo, colaborou com Cafasso no ministério das prisões e se tornou um dos principais apoios do jovem Dom Bosco. A assistência dependia dessa circulação de pessoas entre igrejas, casas de acolhimento, cárceres e o Oratório. Fonte: Bruno Ferrero — O teólogo Giovanni Borel, Bollettino Salesiano.

Ao lado deles, a atuação das Irmãs de São José nas Forzate lembra a participação das comunidades femininas. Confrarias, congregações religiosas, sacerdotes e benfeitores tinham funções distintas, mas seus caminhos se encontravam em torno de necessidades muito próximas.

Fachada da igreja San Francesco d’Assisi em Turim, vista de baixo, com colunas, janela oval e portais de madeira.
San Francesco d’Assisi, em fotografia de 2013. O antigo Convitto ligado à igreja foi o ambiente de formação pastoral de Dom Bosco entre 1841 e 1844. K.Weise / Wikimedia Commons · CC BY-SA 3.0. Miniatura fornecida pelo Wikimedia Commons, sem alteração do conteúdo.

Os lugares no mapa de hoje

Os endereços abaixo ajudam a reconhecer a história no espaço urbano. Indicar um edifício não equivale a garantir acesso ao seu interior.

Referências históricas e leitura dos lugares de Turim
LugarReferência para localizarO que se encontra ou se reconhece hoje
Carceri Criminali ou SenatorieVia San Domenico, 13Local das antigas prisões, demolidas em 1870; não confundir o tribunal posterior com o cárcere original.
Carcere CorrezionaleVia Stampatori, 3Edifício transformado após o fim do uso prisional.
Torri PalatinePorta Palatina, área da piazza Cesare AugustoMonumento preservado, sem a integridade de suas antigas dependências carcerárias.
Carcere delle ForzateVia San Domenico, 32Localização histórica de uma prisão demolida.
GeneralaCorso Unione Sovietica, 327Parte histórica de um complexo profundamente alterado; observação externa, sem acesso turístico presumido.
Le NuoveEntrada do museu: via Paolo Borsellino, 3Parte do antigo complexo é visitável conforme a programação e as condições do museu.
Chiesa della MisericordiaVia Barbaroux, 41Igreja e sede da irmandade de assistência aos presos.
San DalmazzoVia Garibaldi, junto à via delle OrfaneIgreja preservada, ligada à fase inicial da Misericordia, anterior ao século XIX.
San Francesco d’AssisiVia San Francesco d’AssisiIgreja ligada ao antigo Convitto e à formação pastoral de Dom Bosco.

Fontes do quadro: as fichas específicas de MuseoTorino vinculadas nas seções anteriores, a Arciconfraternita della Misericordia, o projeto Edifici Sacri e a ficha de Le Nuove em Turismo Torino.

As paradas do centro histórico podem ser reunidas em um percurso urbano. Le Nuove e a Generala devem ser consideradas em etapas próprias. Horários, condições de entrada e eventuais visitas às igrejas precisam ser confirmados com seus responsáveis; por isso, este artigo não fixa horários nem promete a abertura dos interiores.

Uma porta que precisava se abrir também do lado de fora

Nas Memórias do Oratório, Dom Bosco não recorda apenas o impacto de encontrar jovens presos. Ele destaca o retorno de alguns ao cárcere pouco depois da libertação e relaciona esse movimento ao abandono em que voltavam a viver. Dessa experiência nasce a pergunta sobre o que poderia mudar se encontrassem, fora da prisão, alguém disposto a acompanhá-los. Fonte: Giovanni Bosco — Memórias do Oratório.

Esse pensamento dá unidade ao percurso. As torres, os prédios desaparecidos, a Generala e as igrejas deixam de ser pontos isolados. Passam a contar uma história sobre a maneira como uma cidade tratava quem estava preso e sobre as pessoas que tentavam manter aberto um caminho de retorno.

Para quem visita o Piemonte Salesiano, há aqui uma chave de leitura de Valdocco: a preocupação com os jovens também amadureceu na proximidade daqueles que haviam perdido a liberdade. Caminhar por esses endereços permite reconhecer essa parte menos visível da história de Turim.

Pesquisa, fontes e créditos

Sobre as fontes e a elaboração do texto

Pesquisa e adaptação editorial do Porta Piemonte a partir de fontes históricas e institucionais. As Memórias do Oratório são o testemunho retrospectivo de Giovanni Bosco. As Memórias Biográficas, de Giovanni Battista Lemoyne, constituem uma compilação posterior e devem ser lidas considerando esse caráter. A localização e as transformações dos edifícios foram confrontadas com MuseoTorino; a atuação da Misericordia, com sua história institucional; e a assistência de Giulia di Barolo, com as Biblioteche Civiche Torinesi. O texto também utiliza documentação do Archivio di Stato di Torino, fontes salesianas e informações dos responsáveis pelos lugares de visita.

Não há neste artigo falas reconstruídas apresentadas como citações literais. A ilustração histórica é uma interpretação visual identificada na legenda. As fotografias documentais conservam os créditos e os anos informados por suas fontes.

Instituições e arquivos

Giulia di Barolo e a Misericordia

Biblioteche Civiche Torinesi: estudo organizado por Angelo Toppino, com introdução de Paolo Galli. História institucional da Arciconfraternita, documentação do Archivio di Stato e patrimônio religioso.

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A história continua

Este é o primeiro artigo da série “Turim entre grades e esperança”. Os próximos percursos serão dedicados ao Rondò della Forca e ao antigo cemitério de San Pietro in Vincoli; à história de Luigi Pesciallo e ao cuidado após a libertação; e ao relato do passeio a Stupinigi.

Para conhecer duas pessoas que já aparecem neste caminho, continue com os artigos sobre o teólogo Borel e Julia Barolo e Dom Bosco.

Turim e suas obras sociais

Julia Barolo e Dom Bosco

A marquesa, a assistência às mulheres e uma amizade ligada às transformações sociais da cidade.

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